segunda-feira, 25 de março de 2019
segunda-feira, 11 de março de 2019
ANAMATRA E COLEPRECOR MANIFESTAM-SE SOBRE REPORTAGEM PUBLICADA NO ESTADÃO
A
ANAMATRA – Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho e o
COLEPRECOR - Colégio de Presidentes e Corregedores dos Tribunais Regionais do
Trabalho, a propósito de matéria veiculada pelo jornal “O Estado de São Paulo”
sobre “ajuda” do Poder Executivo à Justiça do Trabalho (e a outros ramos do
Judiciário da União) para cumprir o teto constitucional de gastos, vêm a
público esclarecer o seguinte:
1. Chama
a atenção, de plano, que a matéria aluda ao descumprimento do teto pelos cinco
ramos do Judiciário, mas cite nominalmente apenas a Justiça do Trabalho, o que
sugere um curioso esforço em lhe pespegar a imagem de perdulária. Além de
desrespeitosas para com a instituição, tais ilações partem de premissas
distorcidas e dissociadas da realidade dos fatos, como se passa a esclarecer.
2.
Tecnicamente, os aportes aludidos na reportagem não constituem, em absoluto,
qualquer espécie de “ajuda” ou “socorro” do Governo Federal. Trata-se, na
verdade, de um dever atribuído ao Poder Executivo até o fim do exercício
orçamentário de 2019, por força de uma regra de transição estabelecida no art.
107 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias pela Emenda
Constitucional 95 de 2016 – a chamada “Emenda do Teto de Gastos” -, à qual
estão submetidos os Três Poderes, o Ministério Público e a Defensoria Pública
da União, com o escopo de permitir a gradativa adaptação de todos esses entes
públicos e evitar que se inviabilizem a sua autonomia e o seu funcionamento.
Não houvesse um modelo tão drástico de contenção, tampouco haveria a
necessidade desses repasses.
3. A
matéria omite, ainda, que a necessidade de tais aportes resulta do drástico
solapamento da base de cálculo do teto de gastos para a Justiça do Trabalho, em
razão da brutal redução do orçamento da Justiça do Trabalho ocorrida no ano de
2016. À época, sem qualquer justificativa técnica ou faticamente razoável, o
Congresso Nacional impôs um corte draconiano, de aproximadamente 30% das
despesas de custeio e 90% dos investimentos nesse ramo do Poder Judiciário. Ato
contínuo, a EC n. 95/2016 congelou, nesses patamares subavaliados, as despesas
possíveis da Justiça do Trabalho.
4. Desde
então, com enormes sacrifícios orgânicos - inclusive em itens vitais, como nas
condições de segurança das varas e fóruns trabalhistas e nos próprios recursos
para a assistência judiciária gratuita -, a Justiça do Trabalho vem cortando
gastos para se adequar aos limites orçamentários previstos para 2020, sem
prejuízo da manutenção da acessibilidade, da rapidez e da efetividade de seus
serviços, essenciais à cidadania e à pacificação das relações individuais e
coletivas de trabalho. Seus esforços refletem-se bem na satisfação de mais de
29 bilhões de reais em créditos trabalhistas, pagos somente no ano de 2018, ao
que se soma a própria arrecadação de contribuições e impostos para os cofres da
União (contemplada, no mesmo exercício, com pouco mais de 3,6 bilhões de reais,
dentre custas, emolumentos, multas, recolhimentos previdenciários e Imposto de
Renda, todos arrecadados pela Justiça do Trabalho), consoante dados oficiais do
Tribunal Superior do Trabalho.
5. Por
essas razões, ao tempo em que prestam à população brasileira o devido
esclarecimento, ANAMATRA e COLEPRECOR encarecem que, doravante, o prestigioso
veículo responsável pela aludida matéria - e os tantos outros que a replicaram
- faça, de sua parte, os mesmos reparos, retificando as informações e as
publicitando na inteireza do respectivo contexto, em homenagem ao jornalismo
sério e transparente com que tradicionalmente se conduz.
Guilherme
Guimarães Feliciano
Presidente
da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (ANAMATRA)
Eliney
Bezerra Veloso
Presidente
do Colégio de Presidentes e Corregedores dos Tribunais Regionais do Trabalho
(COLEPRECOR)
sexta-feira, 8 de março de 2019
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
Prêmio Equidade de Gênero no Sistema de Justiça
Anamatra,
Ajufe e AMB publicam edital do I Prêmio Equidade de Gênero no Sistema de
Justiça
Iniciativa
visa selecionar casos de sucesso e premiar práticas institucionais
bem-sucedidas em matéria de equidade de gênero
A
Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), a
Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e a Associação dos Magistrados
Brasileiros (AMB), publicaram, na última sexta (8/2), edital que abre as
inscrições para o “I Prêmio Equidade de Gênero no Sistema de Justiça”,
destinado a selecionar casos de sucesso e premiar práticas institucionais
bem-sucedidas em matéria de equidade de gênero.
Três
categorias serão premiadas: I. Boas práticas de equidade de gênero no Poder
Judiciário brasileiro; II. Boas práticas de equidade de gênero no Sistema de
Justiça e III. Boas práticas de equidade de gênero nas instituições públicas em
geral. Poderão ser apresentadas mais de uma boa prática.
As
inscrições deverão ser feitas até às 23:59h do dia 24/02/2019 (horário de
Brasília). O resultado será divulgado no dia 11 de março de 2019, no site das
entidades (AMB, Ajufe e Anamatra), e a premiação será entregue na abertura do
III Seminário Mulheres no Sistema de Justiça: Trajetórias e Desafios, dia 1º de
abril de 2019, em Brasília.
Pela
Anamatra, participará da Comissão Julgadora a diretora de Cidadania e Direitos
Humanos da entidade, Luciana Conforti.
Confira o edital na íntegra:
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019
A JUSTIÇA DO TRABALHO SOMOS TODOS NÓS
Em
discurso durante o Ato Nacional em Defesa da Justiça do Trabalho e dos Direitos
Sociais, que aconteceu nesta terça-feira (5/2) em Brasília (DF), o presidente
da Anamatra defendeu a importância da Justiça do Trabalho como patrimônio
institucional do povo brasileiro. A íntegra você confere em
http://bit.ly/PresidentedaAnamatraemAto
Descrição
da imagem #PraCegoVer e #PraTodosVerem: fotografia do presidente da Anamatra
discursando durante o Ato Nacional em Defesa da Justiça do Trabalho. Texto:
"A Justiça do Trabalho não se confunde com os seus prédios, com os seus
números e processos – de que as pessoas por detrás deles não podem ser
abstraídas - ou com os seus sistemas de dados. A Justiça do Trabalho – o
sistema Justiça do Trabalho – somos todos nós, aqui reunidos" - Guilherme
Feliciano, presidente da Anamatra, durante o Ato em Defesa da Justiça do
Trabalho e dos Direitos Sociais. Brasília, 5 de fevereiro de 2019. Anamatra
terça-feira, 12 de fevereiro de 2019
NÃO SE PODE CONFUNDIR OPÇÃO COM RENÚNCIA A DIREITOS
Diretos
trabalhistas são reclamados perante a Justiça do Trabalho em um procedimento
rápido e efetivo. Eles LIBERTAM jovens e adultos da exploração, das jornadas
exaustivas, do trabalho escravo e degradante, da discriminação, do trabalho
infantil, do assédio moral e sexual e de qualquer outra forma de trabalho
indigno. Dinamizam a economia e arrecadam para a Previdência.
Distinguir
trabalhadores “com” e “sem” direitos e retirar garantias históricas de proteção
e dignidade social do cidadão, que inclusive asseguram às empresas concorrência
mais equilibrada, sem ganhos comparativos às custas do sacrifício dos direitos
alheios, responde por outro nome: RETROCESSO. Ou INCONSTITUCIONALIDADE.
✏ Caricatura de Kleber Salles
publicada no Correio Braziliense em 9/11/2018
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019
“A Justiça do Trabalho é o ramo mais próximo daqueles que mais sofrem”, afirma Corregedor Nacional de Justiça"
Ministro Humberto Martins participa da
reunião do Conselho de Representantes da Anamatra
O Conselho de Representantes da
Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do trabalho (Anamatra), recebeu,
nesta quarta (6/2), na sede da entidade, o ministro do Superior Tribunal de
Justiça (STJ) e Corregedor Nacional de Justiça, Humberto Martins.
Em sua fala, o ministro Humberto
Martins ressaltou a importância da Justiça do Trabalho como sendo o campo mais
humano do Judiciário. “A Justiça do Trabalho é o ramo mais próximo daqueles que
mais sofrem, que são os trabalhadores, atende os que não têm voz, resgata
garantias trabalhistas e cidadãs. É a garantia de trabalho digno ao cidadão”,
afirmou o ministro.
O ministro também citou o Termo
de Cooperação Técnica firmado entre a Corregedoria Nacional de Justiça e a
Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho, assinado em setembro de 2018, que
visa a otimizar os serviços de inspeção e correição da Corregedoria-Geral da
Justiça do Trabalho para uma atuação conjunta das duas instituições, além de
possibilitar redução nos custos operacionais. “Meu dever como Corregedor
Nacional é agradar e desagradar, mas a Corregedoria está do lado da Justiça e
dos juízes brasileiros que defendem o Brasil e a cidadania. Meu compromisso é
garantir a qualidade do Judiciário Brasileiro”, disse o Corregedor.
Martins ainda falou de seu
orgulho em fazer parte da Magistratura que, segundo ele, é única e tem um único
compromisso, que é com as leis e com a Constituição Federal. “Não existe
diferença entre os juízes. Acredito e defendo que todos os juízes servem o
Brasil”. O Corregedor disse, enfim, de sua admiração pela Justiça do Trabalho,
desde os tempos de faculdade, “por ser um ramo do Judiciário voltado ao
engrandecimento da pátria”.
Avaliação do presidente da
Anamatra - Para o presidente da Anamatra, Guilherme Feliciano, “das diversas
expressões de apoio à Justiça do Trabalho que foram articuladas pelo Corregedor
Nacional de Justiça, considero especialmente relevantes as suas ponderações,
diante das perguntas formuladas pelos diretores da Anamatra e membros do
Conselho de Representantes. A uma, esclareceu que tem se guiado e seguirá
norteado pela ideia de que não pode haver diferenciação remuneratória de
qualquer espécie entre os diversos ramos do Poder Judiciário, o que converge
para a tese que a Anamatra defendeu durante toda a presente gestão, interna e
externamente. A duas, a sua interpretação autêntica com respeito à Recomendação
35/2019, sobre a participação de juízes em conselhos do Poder Executivo e
afins, no sentido de que a referida normativa não alcança a participação de
juízes que oferecem o seu conhecimento técnico e a sua experiência judicante em
comissões e comitês de caráter técnico-jurídico e sem caráter remuneratório,
como é o caso, por exemplo, da histórica indicação que a Anamatra tem, por
força de decreto do Presidente da República, no bojo da Comissão Nacional de
Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae), como ainda em outras comissões
ligadas ao Poder Executivo. Foi o exemplo expressamente citado – que permite
abarcar, também, pela mesma ordem de ideias, as Coetraes – e textualmente
referendado pelo corregedor na fala aos representantes da Anamatra”.
Publicado no site da Anamatra
Carta de Brasília reforça imprescindibilidade da Justiça do Trabalho para o Estado Democrático de Direito
Publicado no site da Anamatra:
Documento marcou encerramento do Ato Nacional
realizado pela Anamatra, ANPT, Abrat, OAB e Fenajufe, em Brasília
A Justiça do Trabalho é essencial
para a pacificação dos conflitos, reequilibrando a assimetria natural entre as
partes do contrato de trabalho e assegurando a concorrência entre as empresas
que atuam em ambiente de trabalho. Esse é um dos motes da Carta de Brasília,
documento que marcou o encerramento do Ato Nacional em Defesa da Justiça do
Trabalho e da Justiça Social, realizado nesta terça (5/2), em Brasília, pela
Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), em
parceria com a Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT), a
Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal e do Ministério
Público da União (Fenajufe), a Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas
(Abrat) e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
O documento, que foi lido pela
vice-presidente da Anamatra, Noemia Porto, explicita que a existência da
Justiça do Trabalho e do Ministério Público do Trabalho é condição “sine qua
non” para o exercício da cidadania plena e que o seu enfraquecimento significa,
na prática, a violação da garantia de acesso à jurisdição justa e ao mercado de
trabalho regulado segundo padrões mínimos de legalidade, proteção e de lealdade
na concorrência.
A carta invoca, também, a
ratificação do Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e
Culturais, promulgado pelo Brasil em 1992, que prevê que cada Estado se
compromete a adotar medidas, tanto por esforço próprio como pela assistência e
cooperação internacionais, principalmente nos planos econômico e técnico, até o
máximo de seus recursos disponíveis, que visem a assegurar, progressivamente,
por todos os meios apropriados, o pleno exercício dos direitos reconhecidos
pelo Pacto, incluindo, em particular, a adoção de medidas legislativas. O
enfraquecimento da Justiça do Trabalho significaria, na prática, solapar esse
compromisso sistemático internacional.
Clique no link abaixo para ler a carta na íntegra:
Ato Nacional em Defesa da Justiça do Trabalho e dos Direitos Sociais foi promovido pela Anamatra, ANPT, Abrat e Fenajufe
O Ato do dia 05/02/2019, em
defesa da justiça do Trabalho foi um sucesso e atingiu os seus objetivos. Ao
final do ato foi lida a "Carta de Brasília".
Matéria publicada no site da Anamatra:
A Associação Nacional dos
Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) promoveu, nesta terça (5/2), Ato
Nacional em Defesa da Justiça do Trabalho e dos Direitos Sociais, em parceria
com a Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT), a Federação
Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal e do Ministério Público da
União (Fenajufe), a Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas (Abrat) e o
Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
O evento reuniu mais de 500
pessoas, que ocuparam em plenitude o auditório Nereu Ramos e dois plenários da
Câmara dos Deputados, em Brasília, e foi prestigiado pela Diretoria da
Anamatra, por dirigentes das 24 Amatras, parlamentares, procuradores,
advogados, servidores da Justiça do Trabalho, representantes de universidades,
da sociedade civil, entre outros, ultimando o ciclo de atos e mobilizações
públicas em favor da Justiça do Trabalho, iniciado em 21 de janeiro, no Fórum
Trabalhista Ruy Barbosa.
Ao abrir o ato, o presidente da
Anamatra, Guilherme Feliciano, afirmou estar absolutamente convicto de que a
Justiça do Trabalho não acabará. “A Justiça do Trabalho não se confunde com os
seus prédios, com os seus números e processos- de que as pessoas por detrás
deles não podem ser abstraídas - ou com
os seus sistemas de dados. A Justiça do Trabalho - o sistema Justiça do Trabalho – somos todos
nós aqui reunidos, dizendo um retumbante “não” às irracionais teses de extinção
ou incorporação da Justiça do Trabalho. Que venham mais competências! Que
venham mais desafios! Mas não se prive jamais o povo brasileiro desse
patrimônio institucional e dessa reserva civilizatória que é a Justiça do
Trabalho”, declarou. Clique aqui e confira a íntegra do discurso.
Em sua fala, o vice-presidente da
OAB Nacional, Luiz Viana Queiroz, afirmou que a transformação do Brasil exige o
respeito intransigente às garantias asseguradas a cada cidadão na Constituição
Federal de 1988, entre as quais o valor social do trabalho como fundamento do
Estado Democrático de Direito. “Devemos fortalecer – e não debilitar – a
Justiça do Trabalho, que constitui, ela própria, um direito da cidadania. Há de
ser rigorosamente aplicada a lei, sempre à luz da Constituição da República. É
imprescindível garantir aos trabalhadores aquilo que lhes cabe. Do contrário,
nosso Estado Democrático de Direito continuará a falhar ostensivamente”,
apontou.
O vice-procurador Geral do
Trabalho, Luiz Eduardo Guimarães Bojart, também defendeu a existência e a
importância da Justiça do Trabalho. “A proteção social do trabalho não é coisa
de direita ou esquerda, isso não é um debate que se trave dentro da consciência
jurídico-trabalhista, muito pelo contrário. Nós não somos uma instituição
politizada, somos instituições jurídicas e estamos sempre em defesa da ordem e
da lei, em defesa do direito”, disse.
Também compuseram a mesa da
solenidade e fizeram o uso da palavra a ministra do Tribunal Superior do
Trabalho (TST), Delaíde Arantes, que também representou a Associação dos Juízes
pela Democracia (AJD). “Não temos direito de nos omitir na defesa da Justiça do
Trabalho, do Estado Democrático de Direito e da nossa democracia, conquistada
com vidas, com sangue o com lutas”, disse a ministra. Também participaram do
evento a ministra Maria Helena Malmann, e os ministros aposentados Carlos
Alberto Reis de Paula e Luciano de Castilho.
O desembargador Renato Simões, do
Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região também manifestou a sua preocupação
com os discursos pela extinção da Justiça Trabalho. "Reunir-se para
justificar a necessidade de existência da Justiça do Trabalho, após setenta
anos de funcionamento contínuo, eficiente, sério, independente, combativo a
toda e qualquer espécie de corrupção, avesso a mazelas tão conhecidas da
atividade judicante , significa ter que discutir a existência daquilo que é
essencial à dignidade humana, essencial aos valores mais básicos de uma
sociedade organizada", alertou. Clique aqui e confira a íntegra do
discurso do magistrado.
“A Abrat está afinada e
confluente com o núcleo medular da República Federativa do Brasil e a prevalência
dos direitos humanos. Estamos atrelados com as ideias constitucionais de
igualdade”, declarou a presidente da
Abrat, Alessandra Camarano. “O Direito
do Trabalho existe para proteger o trabalhador, para trazer justiça e paz
social”, conclamou o presidente da ANPT, Angelo Fabiano. Já o coordenador-geral
da Fenajufe, José Aristeia Pereira avalia que defender a Justiça do Trabalho, é
defender os trabalhadores. "Nós sabemos que o que está por trás do
discurso de extinção da Justiça do Trabalho é o ataque ao conjunto dos direitos dos trabalhadores, portanto, a luta
dos trabalhadores do judiciário não é uma luta corporativa, é uma luta em
defesa dos direitos sociais. Vida longa à Justiça do Trabalho".
Associações – O presidente da
Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), José Robalinho
Cavalcanti, falou da capilaridade da Justiça do Trabalho, que resolve os
conflitos sociais mais agudos e é uma garantia, das principais, dos direitos
sociais do cidadão, funcionando como uma
muralha contra qualquer coisa que afete a justiça e a equidade social.
“Não se constrói um Brasil melhor sem direitos sociais, sem respeito ao
trabalhador. Qualquer tipo de alteração ou reflexão que seja feita não pode
passar, atropelar ou levar a zero uma conquista de 100 anos de luta do povo
brasileiro”, alertou.
Pela Associação dos Magistrados
Brasileiros (AMB) participaram, além de diversos associados, o vice-presidente
de Assuntos Legislativos, Maurício Paes Barreto Drummond, e o coordenador da
Justiça Trabalhista, Diego Petacci.
Discursos – Fizeram o uso da
palavra os deputados Ivan Valente, Daniel Almeida, Erika Kokay, Talíria
Petrone, Alice Portugal e Luiza Erundina;
Nilton Correia, da Associação de Luso-Brasileira de Juristas do Trabalho;
o professor e desembargador Jorge Luiz
Souto Maior (TRT 15), pela Faculdade de Direito USP; Marcos Maleson, do MATI; a
vice-presidente do Sinait, Rosa Maria Campos Jorge; Costa Neto, do Sindjus-DF; Miguel Torres, da
Força Sindical Nacional; Gerardo Alves Lima Filho, do Sindojus-DF; Henrique
Sales Costa, do Sintrajud; Paulo José da Silva e Carlos Humberto Rodrigues,
Sintraemg; Maria Lúcia Fatoreli, da
Auditoria Cidadã; Ilva Franca, da ANFIP; Evandro Krebs, da Apejust; e
André Carreiro, da OAB de Uberlândia, entre outros.
Parlamentares - Também
compareceram ao ato os deputados Helder Salomão, Elvino Bohn Gass, Vicente
Paulo da Silva, Natalia Bonavides, Célio Mora, Paulo Pereira da Silva, Tulio
Gadelha, Glauber Braga, José Ricardo, Aurea Carolina, Marcelo Ramos, Luiz Carlos
Mota e José Guimarães, além do senador Flávio Arns.
O evento foi encerrado com a
leitura da Carta de Brasília, feita pela vice-presidente a Anamatra, Noemia
Porto, documento que sintetiza as posições das entidades realizadoras do ato.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
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